- Trabalhar numa área menos estressante, e que me permitisse pensar em novos projetos e não apagar incêndio/resolver problema
- Manter-me no local onde eu gosto de morar, no Texas: simplesmente por que adoro o clima e adoro o estilo de vida do TX.
- Ter mais tempo de qualidade com minha família: isso era primordial, pois muitas vezes eu tinha o final de semana, mas muitas vezes estava oncall e nem podia sair para longe – época complicada para a vida pessoal (muito boa para o ego, pois você no começo se acha o cara em resolver problemas escalado para o último nível), mas com o tempo você amadurece e encherga que não a ego que pague tempo de qualidade ao lado da sua esposa e filhas, isso não tem preço.
- Reduzir meu peso: além do fato que estava afetando minha saúde, estava afetando meu psicologico, não conseguia fazer nada que cansava, nem brincar com minha filhar – estava virando uma parasita gordo.
- Buscar um hobby que me trouxesse uma felicidade fora do trabalho: na boa, eu trabalho com tecnologia a 23 anos – ficar falando de tecnologia fora do trabalho estava me pirando. Neguim chegava para mim no final de semana começando a frase: “Yuri, é que estou com um problema”....macho vá se lascar pra lá! Encontrei essa válvula de escape com o fisiculturismo e tocando bateria.
quinta-feira, junho 09, 2016
A armadilha de que querer viver só quando se aposentar
sábado, maio 28, 2016
Mas também….
- O cidadão trabalha, estuda e sempre galga ter algo melhor nada vida. Poder oferecer conforto para sua família e curtir o RESULTADO do trabalho. O cidadão compra um carro bom, uma boa casa, se veste com as roupas que ele gosta e ao ir passear em um local público é assaltado. Levam relógio, celular, tênis de marca, etc.
- A lógica do “mas também” vem e diz: mas também, fica esbanjando riqueza, andando com relógio bom e passeando com carrão, taí, se lascou.
- A garota usa uma saia mais curta (pois gosta), ela coloca fotos na rede social mostrando seus atributos que foram fruto de treino, boa alimentação (ou simplesmente genética). A garota é estuprada.
- A lógica do “mas também” vem e diz: mas também, fica se exibindo com essa microsaia, tá pedindo para ser assediada. Taí, bem feito.
- O cidadão tenta usar do seu direito de liberdade de expressão, vai para faculdade com a camisa de um candidato. Chegando nesta universidade que é um redulto da ideologia contrária ao candidato, começa a repudiar o cidadão, falando palavrões e até chegando a agredir físicamente.
- A lógica do “mas também” vem e diz: mas também, vai para universidade vestindo essa roupa de facista, tem mais é que se fuder mesmo.
Em Fevereiro e Março fui para dois shows do Iron Maiden, em Fevereiro em Tulsa, Oklahoma e em Março em Tacoma, Washington. Nestes dois shows tinha representantes de Igrejas Batista com um cartaz imenso dizendo “Jesus Salva” e pessoas pregando na fila, para a multidão de preto. Sabe o que aconteceu com estes crentes? Nada. Sabe o que os “Metaleiros” fizeram? Nada. Simplesmente ignoraram e alguns até chegavam perto e batiam foto com a pessoa. Isso chama-se tolerência e respeito. Mas no Brasil, se isso ocorre, alguém vai lá e mete o sarrafo no cara, e aí vem a turma do “mas também” e diz: mas também, fica pregando Jesus no meio de um monte de metaleiro, taí bem feito.
Pois é, se você pensa assim: VOCÊ É PARTE DO PROBLEMA!!!
É muito bonitinho se revoltar, trocar foto de perfil no Facebook, quando a coisa atinge diretamente agente, mas a pergunta que fica é: no dia a dia, você usa a lógica do “mas também”? Não adianta vir para mim e dizer que é uma questão cultural ou de tradição, nem tudo que é cultural e feito a anos é correto (vide o meme abaixo).
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| TRADIÇÃO - Só por que você sempre fez desta forma, não significa dizer que você não é incrivelmente estúpido. |
Vejo pessoas que tem dois carros (um bom e um lascado) para poder viver sem ser assaltado. Pois no dia a dia usa o carro fudido e somente em algumas situações usa o carro bom. Isso foram um dos motivos que me levaram a sair do Brasil a 13 anos atrás, a impossibilidade de usufruir do fruto do meu trabalho, pois sempre vivia com medo de ser assaltado e sempre me neguei a ser um seguidor da cultura do “mas também”.
Por fim vamos deixar bem claro: a vítima não tem culpa. Nos três casos acima, os que sofreram com a intolerância da sociedade são vítimas e ponto final.
terça-feira, maio 24, 2016
Cuide bem do seu Cortisol
- Aumento do número gordura (fat deposit)
- Redução do libido
- Desejo incontrável por caiboidratos
- Alto teor de açucar no sangue
- Hipertensão
- Baixa imunidade
segunda-feira, maio 23, 2016
Os Malefícios de Viver como Coitadinho
quarta-feira, maio 18, 2016
A Importância de ter uma referência
domingo, maio 15, 2016
Falar é fácil, executar constantemente com sucesso é outra coisa
segunda-feira, maio 09, 2016
Quando subtrair vira adição
- Coloque a(s) pessoa(s) na lista de exclusão para que ela não veja seus posts e assim não venha com comentários negativos
- Deixe de seguir a pessoa (unfollow), pois assim você não ver as babozeiras que ela posta (muitas vezes a máxima de que o que os olhos não vê o coração não sente prevalece)
terça-feira, maio 03, 2016
O único caminho
sexta-feira, abril 29, 2016
Dividir para Conquistar
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| Sessão de autógrafos no Ignite (Chicago 2015) |
terça-feira, abril 26, 2016
Não limite sua visão
sexta-feira, abril 15, 2016
Transparência
segunda-feira, abril 04, 2016
Não seja coadjuvante no maior papel da sua vida
quinta-feira, março 31, 2016
É a grama do vizinho que é mais verde ou é você que não cuida da sua?
Essa semana estava indo para a academia por volta de 6 da manhã quando ouvi no rádio a citação sobre um novo estudo que ligou a depressão ao uso de redes sociais. A parte mais interessante do estudo, que depois encontrei mais detalhes neste artigo (em inglês) é justamente a que diz: “algumas pessoas que ficam muito engajadas em redes sociais podem sentir-se que não estam vivendo sua vida da melhor forma possível ao ver os retratos de amigos e de outras pessoas sempre felizes e realizadas.” Esse caso vem sendo chamado de “Depressão do Facebook”.
domingo, março 20, 2016
Não permita que seu trabalho torne-se apenas um trabalho
quarta-feira, fevereiro 03, 2016
Tudo na vida tem um preço
Agora como um todo foi muito bom, lancei o meu livro Alcance seu Melhor:
OBS: Você pode assistir como foi o lançamento aqui.
Além disso tive a oportunidade de palestrar na academia do meu grande amigo Alexandre Melo, com uma turma muito boa de alunos / professores. Durante esta palestra e também em conversas paralelas, alguns perguntas foram feitas, mas a principal foi:
Cara, como você consegue trabalhar tanto e manter o equilibrio na vida pessoal? Inclusive competir e tudo mais?
Esse ano de 2016 talvez va ser um dos mais desafiadores, primeiro por que 2015 foi fantástico em todos aspectos (trabalho, vida pessoal com a família, competição, etc), então a meta pessoal de 2016 é que seja ainda melhor. Ao falar isso, estou também colocando uma pressão pessoal em meus ombros, pois a melhor forma de você evoluir é ser crítico consigo mesmo e sempre buscar a melhora. E o tal do equilibrio? O tal do equilibrio se consegue através do HWH (How, Why and How)...opa, o que é isso? Vixe macho, vai ter que ler o livro oia, vou deixar o link aqui pra tu comprar beleza? Acunha! Mas sério, esse framework de identificar as áreas da vida que podem ser afetadas e como mitigá-los funciona, pelo menos funciona pra mim. Tanto é que consigo:
- Manter-me atualizado com as atividades da minhas filhas (não perco um show delas)
- Consigo estar presente como marido, pai e filho
- Consigo ter minhas 2 horas de treino por dia (6 as 8 da manhã – pois acordo 5 da manhã para comer algo)
- Consigo trabalhar na Microsoft e endereçar meus projetos em dia e esse ano também dando aula de Mestrado no curso de Cybersecurity da EC-Council University.
- Consigo praticar uma horinha de bateria por dia, afinal também sou filho de Deus.
A razão pela qual o título deste artigo é “tudo na vida tem um preço”, é devido ao fato que temos que aceitar que não dar para ter tudo, e isso é normal. Você sempre vai ter que fazer escolhas onde vai ter que “give up” em algo. Muita gente que converso diz que quer sair do Brasil, mas algumas não querem “desapregar-se” do que tem hoje, bicho....se você passar a vida inteira vivendo no “se” (como seria se eu tivesse feito isso? e se fosse assim?) você não chegará em canto nenhum. E isso não aplica-se apenas ao plano de deixar o país em busca de algo melhor, aplica-se também a passos menores, como: “cara eu tive uma oportunidade de emprego mais tinha que sair de Fortaleza, e eu não sei morar longe daqui”...macho então você já chegou a conclusão final: não pode sair daí. O que é que tu quer que eu faça? Você tem o poder da mudança, nimguém pode segurar na sua mão e fazer por você, seja no âmbito de mudança de estado, país, emprego ou até mesmo mudança de hábitos (quer emagrecer mas não dispensa a pizza todo final de semana – arriégua!).
Em fim meu amigo/amiga, tudo tem um preço, até mesmo quando não se faz nada também existe um preço e agora vou mencionar Zig Ziglar (que todo mundo pensa que é Texano mas não é, ele é de Alabama – apesar de ter morrido aqui no Texas em 2012), quando questionado sobre o por que é importante ter objetivos e correr atrás dele, ele disse:
“Um cidadão me disse: tenho medo de traçar objetivos e falhar em alcançá-los. Eu disse: se você não fizer nada é bem pior. Veja só: um avião é mais seguro em terra firme, toda vida que ele decola, há vários riscos de cair, porém ele foi feito para estar no ar e se ele ficar em terra firme o tempo todo, mesmo que ele fique mais seguro, a vida útil dele é menor, pois ele vai enferrujar, as peças vão dar problemas, em fim, ele não nasceu para ficar parado em terra. Mesmo aplica-se a um navio em alto mar (tem mais riscos) e um ancorado no porto (menos riscos), o que está ancorado vai degradar mais rápido. Assim meu caro é o ser humano, nascemos para evoluir e para evoluir precisamos traçar metas, e para alcançar tais metas iremos correr riscos....e isso faz parte da evolução. Se falhar uma vez, você não para, você aprende com os erros e tenta de novo.”
Isso é simplesmente PERFEITO!
Boa sorte e que sua vida em 2016 seja cheia de riscos....tentativas...erros....aprendizados e objetivos alcançados.
terça-feira, dezembro 01, 2015
Reclame não macho!
Recentemente um ex-professor meu do curso de Pós-Graduação do CEFET (que não terminei pois saí do Brasil em 2003) postou um desabafo onde (entre outras coisas) disse:
“Não aguento essa postura vitimista e de transferência de responsabilidade de todas as mazelas do universo para o poder público, seja em qual instância for. Para algumas pessoas, tudo é culpa do governo. E se as coisas não estão bem, é culpa do governo.”
Concordo plenamente com o Professor neste ponto de vista, o cidadão tem que acima de tudo entender que ele precisa fazer a parte dele para crescer na vida, independente de governo. Porém, não é de hoje que a mentalidade do Brasileiro é exatamente igual ao que mostra a perfeita figura abaixo (que inclusive deixei os créditos):
A verdade é que no Brasil se cresce com a infeliz idéia que para ter sucesso na vida tem que passar em um concurso público e passar o resto da vida “curtindo” a estabilidade (nada contra concurseiros – apenas sou contra a doutrinação que essa é a única saída). Não existe espírito empreendedor entranhado nas origens, o lance é fazer parte do Governo, é a tal da estabilidade. Por isso que quando nada da certo, todos vão colocar culpa em quem? Claro, no Governo! Quanto maior o estado, maior a dependência nele e esta é a grande diferença entre um país com cidadãos que tem o espírito empreendedor e os que querem viver do lado do Governo.
Um dos fatores que me surpreendeu quando cheguei nos EUA em 2003 foi justamente este espírito empreendedor, onde todos olhavam para mim e diziam: cara, por que você ainda trabalha na Microsoft? Monta sua empresa cara, você tem capacidae e vai ser dono do seu negócio. Nos 12 anos aqui presenciei vários colegas não só da Microsoft mas também da Dell onde trabalhei em 2005 fazer isso. Mas por que? Não é tão estável trabalhar em uma grande corporação? É, mas para o Americano, ter seu próprio negócio é o ápice da independência e o Governo (que é bem menor – pois de fato vivemos em um capitalismo, que de opressor não tem nada abestado) cobra menos impostos e facilita mais o empreendedorismo.
É por isso que pessoas como Michael Dell existem, pois ele começou a montar computador na garagem da casa dele, puro espírito empreendedor. Outro exemplo claro: Steve Jobs, começou a Apple na garagem da casa dos pais. Agora imagine só se estes gigantes da tecnologia tivessem crescido em um ambiente onde os pais e a sociedade em geral colocassem na cabeça dele que o objetivo de vida é ser servidor público? Não teríamos muita coisa hoje em dia.
Portanto, não me admiro que hoje todos culpem o Governo (até pelas coisas que o Governo não tem culpa). Por isso sempre digo e sempre irei dizer: menos estado, mais responsabilidade pessoal perante ao seu futuro profissional e não espere por nimguém (muito menos pelo Governo) para lhe dar algo, vá atrás do que é seu.
terça-feira, novembro 10, 2015
Abra seu Leque de Oportunidades
Crescido em uma família com a base 100% socialista, filho de sindicalista e com boa parte da família no serviço público, eu tinha tudo para seguir a receita de bolo que recebi quando adolescente: estude para concurso, seja funcionário público e aproveite a estabilidade. Antes que venham jogar pedras, eu digo: não tenho nada contra o funcionalismo público e para os que escolhem este caminho. Porém, esse nunca foi o caminho que eu quiz, pois sempre achei o mundo muito grande para passar a vida inteira em um único local e acabar me acomodando com a tal da “estabilidade”.
O fato é que o pior erro que você pode cometer é usar “ideologia” como forma de viver a vida. Infelizmente o que vemos hoje é o discurso do “capitalismo opressor” contra a classe “trabalhadora” e sempre que ouço isso não canso de sorrir, pois é a coisa mais sem cabimento que existe – claro, é algo que vem e décadas e vai sempre estar vivo, pois é preciso sempre ter a tal da ideologia para viver. São poucos que jogam a ideologia de lado e acordam, como foi o caso do meu querido Pai que depois de décadas de esquerdismo radical, acordou e me deu sua benção para viver no capitalismo (que de opressor não tem nada).
Mês que vem completo 12 anos que moro nos EUA, trabalhei muito, dia após dia para chegar onde cheguei. Nada veio por camaradagem, sempre fruto de começar do zero e fazer acontecer. Os Estados Unidos aumentou meu leque de oportunidades e eu agarrei cada uma com toda força que podia. Quando lancei meu primeiro livro técnico em inglês pela Microsoft Press em 2010 eu alcancei algo que jamais sequer sonhava, publicar um livro em inglês. Depois que o primeiro foi introduzido, vários outros foram lançados (mais 5 pela Microsoft Press e 1 pela Syngress). Pois bem, hoje saiu a nota de impressa da editora Morgan James, para nosso livro Ready, Set, Achieve. Parece um sonho, ver seu nome em um press release de uma editora de New York, para um livro que não é técnico. Apesar do texto ser meu e da Jodi Miller, tem uma pessoa oculta nesta história toda, e é sobre ela que vou falar um pouco.
No mercado literário técnico, geralmente você recebe (pelo menos aqui nos EUA) algum adiantamento para começar a escrever, no mercado não técnico é outra realidade. Para começar você é nada, nimguém, um autor desconhecido no universo de autores de livros de não ficção. A melhor forma muitas vezes é até contratar um agente para tentar vender a idéia do seu livro para as editoras. Mas, eu e a Jodi não tínhamos no nosso roadmap o dinheiro para fazer este investimento. Até que conheci a autora Laura Steward Atchison em uma palestra que assisti dela. Falei sobre meu projeto literário e ela me apresentou ao Editor da Morgan and James. Após mandar um capítulo de exemplo e mais o índice do que o livro iria cobrir, ele retornou super interessado no projeto e disse: nós iremos lhe publicar!
Pronto, parecia até um sonho....sério, o cearense rei que chegou a comer papa d’água na janta e estudou em escola pública por falta de dinheiro vai mesmo ser publicado por uma editora de New York? Arriégua mah, é bom demais para ser verdade. E realmente tinha um porém. Na primeira reunião editorial lá vem a “facada”, eles pediram U$ 3.000,00 para cobrir as despesas iniciais. O mundo desabou, pois a publicação deste livro não era uma prioridade de vida, portanto eu não queria usar um dinheiro que poderia ser usado por algo mais importante para uma aposta pessoal. Eu e a Jodi quebramos cabeça para ver como fazer para levantar essa grana, foi aí que apareceu Mr X (não vou falar o nome dele pois ele pediu para manter sigilo), um Texano, pai de família e empresário, que ouviu falar sobre o nosso projeto, conhecia minha tragetória para perder peso e adorou o intuito do livro. Ele chegou e disse: taqui para vocês esse dinheiro – não precisa se preocupar em pagar, um dia, quando o livro estiver fazendo dinheiro, vocês me pagam. Tá que PARIU MAH!!! É muita opressão destes Texanos hein? Pois é, esse cara fez isso sem pedir nada em troca, apenas por que ficou inspirado pelo livro.
A moral da história meus caros colegas é que vocês tem que parar com essa de fechar o ciclo de oportunidades que a vida lhe oferece por uma ideologia, seja ela qual for. Pare de colocar culpa nos fracassos do seu país ou até mesmo fracassos pessoais devido ao capitalismo, ou ao país A ou B. Você é o dono do seu destino, ponto final! Não fique parado esperando acontecer, faça acontecer. Se tivesse seguido os planos que “foram traçados” para mim, eu não estaria aqui no EUA, não teria o que tenho e não teria alcançado o que alcancei. Hoje, quando escrevo livros em Português é por que sinto-me na obrigação de contribuir com o crescimento profissional do povo da minha terra natal que jamais irei negar, sou Brasileiro, sou Cearense.
Essa semana quando um ex-aluno postou a foto abaixo, eu mostrei para minha esposa e disse: isso aqui é o que me faz usar meu tempo pessoal para escrever livros, pois sabemos que dinheiro não da, mas eu sei que algumas pessoas vão fazer bom uso dele. Quando doei este livro para a biblioteca eu sabia que de uma forma direta ou indireta ele iria ser de utilidade para a comunidade local, e isso não tem preço!
O jargão é velho, mas serve: pense fora da caixa! Geralmente essa caixa quer limitar sua visão e com isso limitar suas possibilidades. Queima esta praga de caixa e abrace um novo mundo, um mundo que você tem o controle do seu destino através do seu trabalho e da sua perseverança (é, pois nada vem fácil e nem rápido – se vier, vai embora ligeiro bala!).










