segunda-feira, maio 23, 2016
Os Malefícios de Viver como Coitadinho
quarta-feira, maio 18, 2016
A Importância de ter uma referência
domingo, maio 15, 2016
Falar é fácil, executar constantemente com sucesso é outra coisa
segunda-feira, maio 09, 2016
Quando subtrair vira adição
- Coloque a(s) pessoa(s) na lista de exclusão para que ela não veja seus posts e assim não venha com comentários negativos
- Deixe de seguir a pessoa (unfollow), pois assim você não ver as babozeiras que ela posta (muitas vezes a máxima de que o que os olhos não vê o coração não sente prevalece)
terça-feira, maio 03, 2016
O único caminho
sexta-feira, abril 29, 2016
Dividir para Conquistar
![]() |
| Sessão de autógrafos no Ignite (Chicago 2015) |
terça-feira, abril 26, 2016
Não limite sua visão
sexta-feira, abril 15, 2016
Transparência
segunda-feira, abril 04, 2016
Não seja coadjuvante no maior papel da sua vida
quinta-feira, março 31, 2016
É a grama do vizinho que é mais verde ou é você que não cuida da sua?
Essa semana estava indo para a academia por volta de 6 da manhã quando ouvi no rádio a citação sobre um novo estudo que ligou a depressão ao uso de redes sociais. A parte mais interessante do estudo, que depois encontrei mais detalhes neste artigo (em inglês) é justamente a que diz: “algumas pessoas que ficam muito engajadas em redes sociais podem sentir-se que não estam vivendo sua vida da melhor forma possível ao ver os retratos de amigos e de outras pessoas sempre felizes e realizadas.” Esse caso vem sendo chamado de “Depressão do Facebook”.
domingo, março 20, 2016
Não permita que seu trabalho torne-se apenas um trabalho
quarta-feira, fevereiro 03, 2016
Tudo na vida tem um preço
Agora como um todo foi muito bom, lancei o meu livro Alcance seu Melhor:
OBS: Você pode assistir como foi o lançamento aqui.
Além disso tive a oportunidade de palestrar na academia do meu grande amigo Alexandre Melo, com uma turma muito boa de alunos / professores. Durante esta palestra e também em conversas paralelas, alguns perguntas foram feitas, mas a principal foi:
Cara, como você consegue trabalhar tanto e manter o equilibrio na vida pessoal? Inclusive competir e tudo mais?
Esse ano de 2016 talvez va ser um dos mais desafiadores, primeiro por que 2015 foi fantástico em todos aspectos (trabalho, vida pessoal com a família, competição, etc), então a meta pessoal de 2016 é que seja ainda melhor. Ao falar isso, estou também colocando uma pressão pessoal em meus ombros, pois a melhor forma de você evoluir é ser crítico consigo mesmo e sempre buscar a melhora. E o tal do equilibrio? O tal do equilibrio se consegue através do HWH (How, Why and How)...opa, o que é isso? Vixe macho, vai ter que ler o livro oia, vou deixar o link aqui pra tu comprar beleza? Acunha! Mas sério, esse framework de identificar as áreas da vida que podem ser afetadas e como mitigá-los funciona, pelo menos funciona pra mim. Tanto é que consigo:
- Manter-me atualizado com as atividades da minhas filhas (não perco um show delas)
- Consigo estar presente como marido, pai e filho
- Consigo ter minhas 2 horas de treino por dia (6 as 8 da manhã – pois acordo 5 da manhã para comer algo)
- Consigo trabalhar na Microsoft e endereçar meus projetos em dia e esse ano também dando aula de Mestrado no curso de Cybersecurity da EC-Council University.
- Consigo praticar uma horinha de bateria por dia, afinal também sou filho de Deus.
A razão pela qual o título deste artigo é “tudo na vida tem um preço”, é devido ao fato que temos que aceitar que não dar para ter tudo, e isso é normal. Você sempre vai ter que fazer escolhas onde vai ter que “give up” em algo. Muita gente que converso diz que quer sair do Brasil, mas algumas não querem “desapregar-se” do que tem hoje, bicho....se você passar a vida inteira vivendo no “se” (como seria se eu tivesse feito isso? e se fosse assim?) você não chegará em canto nenhum. E isso não aplica-se apenas ao plano de deixar o país em busca de algo melhor, aplica-se também a passos menores, como: “cara eu tive uma oportunidade de emprego mais tinha que sair de Fortaleza, e eu não sei morar longe daqui”...macho então você já chegou a conclusão final: não pode sair daí. O que é que tu quer que eu faça? Você tem o poder da mudança, nimguém pode segurar na sua mão e fazer por você, seja no âmbito de mudança de estado, país, emprego ou até mesmo mudança de hábitos (quer emagrecer mas não dispensa a pizza todo final de semana – arriégua!).
Em fim meu amigo/amiga, tudo tem um preço, até mesmo quando não se faz nada também existe um preço e agora vou mencionar Zig Ziglar (que todo mundo pensa que é Texano mas não é, ele é de Alabama – apesar de ter morrido aqui no Texas em 2012), quando questionado sobre o por que é importante ter objetivos e correr atrás dele, ele disse:
“Um cidadão me disse: tenho medo de traçar objetivos e falhar em alcançá-los. Eu disse: se você não fizer nada é bem pior. Veja só: um avião é mais seguro em terra firme, toda vida que ele decola, há vários riscos de cair, porém ele foi feito para estar no ar e se ele ficar em terra firme o tempo todo, mesmo que ele fique mais seguro, a vida útil dele é menor, pois ele vai enferrujar, as peças vão dar problemas, em fim, ele não nasceu para ficar parado em terra. Mesmo aplica-se a um navio em alto mar (tem mais riscos) e um ancorado no porto (menos riscos), o que está ancorado vai degradar mais rápido. Assim meu caro é o ser humano, nascemos para evoluir e para evoluir precisamos traçar metas, e para alcançar tais metas iremos correr riscos....e isso faz parte da evolução. Se falhar uma vez, você não para, você aprende com os erros e tenta de novo.”
Isso é simplesmente PERFEITO!
Boa sorte e que sua vida em 2016 seja cheia de riscos....tentativas...erros....aprendizados e objetivos alcançados.
terça-feira, dezembro 01, 2015
Reclame não macho!
Recentemente um ex-professor meu do curso de Pós-Graduação do CEFET (que não terminei pois saí do Brasil em 2003) postou um desabafo onde (entre outras coisas) disse:
“Não aguento essa postura vitimista e de transferência de responsabilidade de todas as mazelas do universo para o poder público, seja em qual instância for. Para algumas pessoas, tudo é culpa do governo. E se as coisas não estão bem, é culpa do governo.”
Concordo plenamente com o Professor neste ponto de vista, o cidadão tem que acima de tudo entender que ele precisa fazer a parte dele para crescer na vida, independente de governo. Porém, não é de hoje que a mentalidade do Brasileiro é exatamente igual ao que mostra a perfeita figura abaixo (que inclusive deixei os créditos):
A verdade é que no Brasil se cresce com a infeliz idéia que para ter sucesso na vida tem que passar em um concurso público e passar o resto da vida “curtindo” a estabilidade (nada contra concurseiros – apenas sou contra a doutrinação que essa é a única saída). Não existe espírito empreendedor entranhado nas origens, o lance é fazer parte do Governo, é a tal da estabilidade. Por isso que quando nada da certo, todos vão colocar culpa em quem? Claro, no Governo! Quanto maior o estado, maior a dependência nele e esta é a grande diferença entre um país com cidadãos que tem o espírito empreendedor e os que querem viver do lado do Governo.
Um dos fatores que me surpreendeu quando cheguei nos EUA em 2003 foi justamente este espírito empreendedor, onde todos olhavam para mim e diziam: cara, por que você ainda trabalha na Microsoft? Monta sua empresa cara, você tem capacidae e vai ser dono do seu negócio. Nos 12 anos aqui presenciei vários colegas não só da Microsoft mas também da Dell onde trabalhei em 2005 fazer isso. Mas por que? Não é tão estável trabalhar em uma grande corporação? É, mas para o Americano, ter seu próprio negócio é o ápice da independência e o Governo (que é bem menor – pois de fato vivemos em um capitalismo, que de opressor não tem nada abestado) cobra menos impostos e facilita mais o empreendedorismo.
É por isso que pessoas como Michael Dell existem, pois ele começou a montar computador na garagem da casa dele, puro espírito empreendedor. Outro exemplo claro: Steve Jobs, começou a Apple na garagem da casa dos pais. Agora imagine só se estes gigantes da tecnologia tivessem crescido em um ambiente onde os pais e a sociedade em geral colocassem na cabeça dele que o objetivo de vida é ser servidor público? Não teríamos muita coisa hoje em dia.
Portanto, não me admiro que hoje todos culpem o Governo (até pelas coisas que o Governo não tem culpa). Por isso sempre digo e sempre irei dizer: menos estado, mais responsabilidade pessoal perante ao seu futuro profissional e não espere por nimguém (muito menos pelo Governo) para lhe dar algo, vá atrás do que é seu.
terça-feira, novembro 10, 2015
Abra seu Leque de Oportunidades
Crescido em uma família com a base 100% socialista, filho de sindicalista e com boa parte da família no serviço público, eu tinha tudo para seguir a receita de bolo que recebi quando adolescente: estude para concurso, seja funcionário público e aproveite a estabilidade. Antes que venham jogar pedras, eu digo: não tenho nada contra o funcionalismo público e para os que escolhem este caminho. Porém, esse nunca foi o caminho que eu quiz, pois sempre achei o mundo muito grande para passar a vida inteira em um único local e acabar me acomodando com a tal da “estabilidade”.
O fato é que o pior erro que você pode cometer é usar “ideologia” como forma de viver a vida. Infelizmente o que vemos hoje é o discurso do “capitalismo opressor” contra a classe “trabalhadora” e sempre que ouço isso não canso de sorrir, pois é a coisa mais sem cabimento que existe – claro, é algo que vem e décadas e vai sempre estar vivo, pois é preciso sempre ter a tal da ideologia para viver. São poucos que jogam a ideologia de lado e acordam, como foi o caso do meu querido Pai que depois de décadas de esquerdismo radical, acordou e me deu sua benção para viver no capitalismo (que de opressor não tem nada).
Mês que vem completo 12 anos que moro nos EUA, trabalhei muito, dia após dia para chegar onde cheguei. Nada veio por camaradagem, sempre fruto de começar do zero e fazer acontecer. Os Estados Unidos aumentou meu leque de oportunidades e eu agarrei cada uma com toda força que podia. Quando lancei meu primeiro livro técnico em inglês pela Microsoft Press em 2010 eu alcancei algo que jamais sequer sonhava, publicar um livro em inglês. Depois que o primeiro foi introduzido, vários outros foram lançados (mais 5 pela Microsoft Press e 1 pela Syngress). Pois bem, hoje saiu a nota de impressa da editora Morgan James, para nosso livro Ready, Set, Achieve. Parece um sonho, ver seu nome em um press release de uma editora de New York, para um livro que não é técnico. Apesar do texto ser meu e da Jodi Miller, tem uma pessoa oculta nesta história toda, e é sobre ela que vou falar um pouco.
No mercado literário técnico, geralmente você recebe (pelo menos aqui nos EUA) algum adiantamento para começar a escrever, no mercado não técnico é outra realidade. Para começar você é nada, nimguém, um autor desconhecido no universo de autores de livros de não ficção. A melhor forma muitas vezes é até contratar um agente para tentar vender a idéia do seu livro para as editoras. Mas, eu e a Jodi não tínhamos no nosso roadmap o dinheiro para fazer este investimento. Até que conheci a autora Laura Steward Atchison em uma palestra que assisti dela. Falei sobre meu projeto literário e ela me apresentou ao Editor da Morgan and James. Após mandar um capítulo de exemplo e mais o índice do que o livro iria cobrir, ele retornou super interessado no projeto e disse: nós iremos lhe publicar!
Pronto, parecia até um sonho....sério, o cearense rei que chegou a comer papa d’água na janta e estudou em escola pública por falta de dinheiro vai mesmo ser publicado por uma editora de New York? Arriégua mah, é bom demais para ser verdade. E realmente tinha um porém. Na primeira reunião editorial lá vem a “facada”, eles pediram U$ 3.000,00 para cobrir as despesas iniciais. O mundo desabou, pois a publicação deste livro não era uma prioridade de vida, portanto eu não queria usar um dinheiro que poderia ser usado por algo mais importante para uma aposta pessoal. Eu e a Jodi quebramos cabeça para ver como fazer para levantar essa grana, foi aí que apareceu Mr X (não vou falar o nome dele pois ele pediu para manter sigilo), um Texano, pai de família e empresário, que ouviu falar sobre o nosso projeto, conhecia minha tragetória para perder peso e adorou o intuito do livro. Ele chegou e disse: taqui para vocês esse dinheiro – não precisa se preocupar em pagar, um dia, quando o livro estiver fazendo dinheiro, vocês me pagam. Tá que PARIU MAH!!! É muita opressão destes Texanos hein? Pois é, esse cara fez isso sem pedir nada em troca, apenas por que ficou inspirado pelo livro.
A moral da história meus caros colegas é que vocês tem que parar com essa de fechar o ciclo de oportunidades que a vida lhe oferece por uma ideologia, seja ela qual for. Pare de colocar culpa nos fracassos do seu país ou até mesmo fracassos pessoais devido ao capitalismo, ou ao país A ou B. Você é o dono do seu destino, ponto final! Não fique parado esperando acontecer, faça acontecer. Se tivesse seguido os planos que “foram traçados” para mim, eu não estaria aqui no EUA, não teria o que tenho e não teria alcançado o que alcancei. Hoje, quando escrevo livros em Português é por que sinto-me na obrigação de contribuir com o crescimento profissional do povo da minha terra natal que jamais irei negar, sou Brasileiro, sou Cearense.
Essa semana quando um ex-aluno postou a foto abaixo, eu mostrei para minha esposa e disse: isso aqui é o que me faz usar meu tempo pessoal para escrever livros, pois sabemos que dinheiro não da, mas eu sei que algumas pessoas vão fazer bom uso dele. Quando doei este livro para a biblioteca eu sabia que de uma forma direta ou indireta ele iria ser de utilidade para a comunidade local, e isso não tem preço!
O jargão é velho, mas serve: pense fora da caixa! Geralmente essa caixa quer limitar sua visão e com isso limitar suas possibilidades. Queima esta praga de caixa e abrace um novo mundo, um mundo que você tem o controle do seu destino através do seu trabalho e da sua perseverança (é, pois nada vem fácil e nem rápido – se vier, vai embora ligeiro bala!).
segunda-feira, outubro 19, 2015
Quatro anos atrás
Essa semana, mais precisamente neste sábado que vem dia 24 de Outubro, é o aniversário de 4 anos desde que comecei minha mudança física, que só foi oficialmente documentada neste blog em Maio de 2012, porém começou de fato no dia 24 de Outubro de 2011, depois do email abaixo que recebi do meu treinador na época, onde ele me enviou meu program de treino.
Incrível o que se pode conseguir em 4 anos quando se trabalha intensamente, dia após dia com o intuito de alcançar o objetivo que foi traçado. Foram tantas batalhas diárias, tanto sacrifício no começo (digo no começo pois depois virou rotina – parte do dia a dia), foi complicado, mas se eu não tivesse feito nada quatro anos atrás, provavelmente estaria pior do que quatro anos atrás, talvez até tivesse desenvolvido problemas de pressão alta, etc.
Nestes quatro anos não só mudei fisicamente, mas também mentalmente e consegui um equilíbrio na minha vida que jamais tive, jamais mesmo. Hoje consigo fazer mais em tudo (trabalho, família, saúde, vida social, etc), tudo se encaixa corretamente, um não afeta o outro e assim vou vivendo melhor e proporcionando melhores momentos aos que amo incondicionalmente: minha família.
Nestes quatro anos também vi de tudo, vi apoio, vi falsidade, vi inveja, mas tudo que vi (seja positivo ou negativo), me ajudou a crescer como pessoa, me fortalecer mentalmente e trazer isso para o treino, para a dieta e para a vida. Se a quatro anos atrás alguém olhasse para aquele minha versão gorda e falasse: “você vai estar entre os top 3 da categria Master em um campeonato de fisiculturismo regional nos EUA”. eu diria com o meu bom Cearês: tu é doido é mah! Minha auto estima e minha vontade de melhorar estavam na lama, e isso afeta demais o resto como encaramos desafios. Ainda bem, tudo mudou!
Nesta semana dos 4 anos de mudança, tenho o prazer de apresentar a capa do livro que lancei nos Estados Unidos, porém agora a versão em Português que será lançada no Brasil em Dezembro:
Esse livro foi lançado aqui nos EUA em Julho (ver noite de autógrafos) em formato ebook e agora em Novembro vai sair em formato impresso. No Brasil vai estar disponível apenas em formato impresso, mas totalmente em Português. Gostaria de aproveitar e agradecer a minha amada esposa, não só por ter tirado um tempo na sua agenda cheia para traduzir este livro, mas por todo apoio de sempre, sem ela eu não teria conseguido.
Fique de olho no site da Editora Nova Terra, assim que eles disponibilizarem o link da pré-venda eu postarei no meu Twitter @yuridiogenes
Não deixe para amanhã, comece sua mudança hoje, e transforme essa mudança em um estilo de vida, assim você nunca vai querer parar.
Abraços!
segunda-feira, agosto 24, 2015
O ontem, o hoje e o futuro
Hoje (dia 24 de Agosto) completamos 20 anos desde que o Windows 95 foi lançado. Lembro de estar em uma sala de treinamento na SW Informática quando o dono da empresa (Antonio de Barros Serra) ministrava um treinamento para os funcionários mostrando como o novo sistema operacional funcionava. Muita coisa mudou de lá pra ca, não só na tecnologia em si mas também nos requisitos para ser um profissional de tecnologia.
Recentemente escrevi um artigo para o ISSA Journal sobre carreiras na área de Segurança da Informação, esse artigo será publicado na edição de Outubro (para membros do ISSA) e nele mostro o quão diversificado é o escopo de hoje em dia. Com o advento de Computação na Nuvem, Mobilidade, Internet of Things, Segurança e todos estes temas juntos, o conhecimento “broad” torna-se mais importante que o conhecimento “narrow” (também chamado de especialista). O problema em ter que digerir todo esse conhecimento e agir em diversas áreas enquanto ainda está digerindo tudo isso é um só: stress.
Por mais que você ame o que faz, é possível entrar em um estado que chamamos aqui nos EUA de “burn out”. Alguns sinais comuns que você está entrando neste quadro foram expostos na Forbes em 2013:
- Exaustão
- Falta de motivação
- Emoções negativas como o cinismo
- Queda de desempenho no trabalho
- Problemas pessoais
- Relaxar no cuidado pessoal
- Constante preocupação com trabalho
- Redução de satisfação
- Problemas de saúde
Esse tendência já foi provada e comprovada e com os últimos acontecimentos relatados no New York Times com relação à Amazon, outras pesquisas foram feitas e concluido que a insatisfação é muito maior que apenas para funcionários da Amazon. Cinco mil engenheiros foram entrevistados e a conclusão geral foi que a grande maioria de fato tem uma maior remuneração, porém são mais insatisfeitos que trabalhadores de outras áreas. A matéria da resportagem diz: Tech workers richer but less happy than most workers.
E agora, qual a alternativa para sobreviver neste mar de informações, trabalho, desafios e se manter saudável ao mesmo tempo que evita o efeito “burn out”? Quem me acompanha sabe das minhas mudanças de estilo de vida que começaram em 2011 e recentemente foram mostradas na revista Época no Brasil. Para mim, o longevidade na área e o balanceamento entre os quatro principais pilares da vida (uso este termno no livro que lancei recentemente aqui nos EUA, onde falo sobre este balanceamento), que são: Saúde, Família, Trabalho e Social (amigos, comunidade, etc) são vitais para qualquer profissional, mas para nós na área de tecnologia mais ainda.
Note que coloco saúde em primeiro lugar, pois sem saúde você não tem como cuidar da sua família e nem trabalhar. Com isso, é PRECISO manter a máquina funcionando em estado perfeito para que você tenha longevidade no trabalho e na sua vida pessoal. O pilar da saúde vem no equilíbrio de duas coisas: alimentação e exercícios. Não há dúvida que o que você come interfere diretamente na sua performance, eu sou prova disso. Ao mudar minha alimentação tive um ganho de performance em todas áreas da minha vida.
Em fim, é uma batalha contínua para todos profissionais de TI, mas tente ao máximo sair dessa estatística de stress, burn out e queda de performance. Cuide da sua máquina, pois caso contrário não conseguirás cuidar da máquina dos outros no futuro.
Saúde e Sucesso pra todos!
domingo, agosto 23, 2015
Impossível se conformar
Entre 14 e 28 Julho, pela primeira vez eu e minha família não tiramos férias para ir para o Brasil, resolvemos fazer nossa primeira Eurotrip juntos. Foram maravilhosos cinco dias em Londres e cinco dias em Paris e três dias em Montpellier no sul da França. Minha experiência na Europa tinha sido apenas em Porto (Portugal) e Madri (Espanha), em ambos locais tive uma excelente experiência.
Voltando para Eurotrip deste ano, sem dúvida Londres foi a melhor parte da viagem, povo educado ao extremo, clima estava ótimo, cidade linda, sistema de transporte perfeito e claro: é a terra do Iron Maiden! Que diga-se de passagem tive a oportunidade de ir no primeiro pub que eles tocaram:
Londres foi perfeito! Paris….humm, que decepção! Não pela cidade em si, as belezas, a comida, os prédios antigos, não por isso…na realidade isso salvou a ida, foi pelo povo truculento mesmo. Pessoas rudes que em pleno um centro turistico como Paris ficam com cara feia se você não fala Francês e quase não se esforçam para entender o que você fala. Mas, apesar da truculência, tivemos excelentes momentos.
Peraí Yuri, e o que tem haver isso com o título deste post (impossível se conformar)? Cara, quando eu estou viajando eu sempre me lembro da minha terra de origem, das belezas naturais da minha Fortaleza e do potencial da terra. Aí bicho, penso: poxa, seria tão bom se as coisas de fato estivessem funcionando naquela terra!!
Ao “tentar” assistir o jornal com notícias do Brasil eu só vejo desgraça. Uma que me revoltou muito foi essa aqui: Dupla tenta roubar bicicleta de turista na praia e quase leva criança. Eu sou Pai, e ao ver este vídeo fiquei desesperado, pois eu apenas imagino o desespero do Pai ao tentar salvar o filho.
Agora veja só, esta é uma praça onde as pessoas em teoria deveriam se divertir com a família, andar de bicicleta, cutir o mar, etc. Aí acontece isso, e segundo os moradores isso acontece todo dia. Agora me diz, o que adianta morar em frente ao mar e não ter segurança?
Aí voltamos para minha Fortaleza, vou passando as notícias e vejo: Americano agredido no Ceará deixa país e escreve carta: 'Não venham'. Aí vem um monte de bairrista e diz: “também, não sabe aonde anda!” Sério que agora a culpa é do assaltado/agredido? Em plena luz do dia em uma praia movimentada? Ao passo que as autoridades tem total culpa nisso, o povo também ajuda, pois ao invés de cobrar fica defendendo o lugar que mora, com comentários do tipo: “Grigo besta não diga por aí que não volte, amo minha Fortaleza”. Peraí, é o que? Macho, tu que fala isso é total parte do problema. Me lembra diretamente aquela mãe que ver o filho fazer coisa errada e ao invés de corrigir passa a mão na cabeça. Que porra de amor é esse? Estas criando um futuro delinquente?
Tá tudo errado…tudo! O criminoso tem direito de sair da prisão no dia dos Pais, e o que ele faz? Veja o que ele faz: Jovem é preso após espancar e abusar de idosa durante saidinha do Dia dos Pais. Essa senhora é um pouco mais nova que minha mãe, e aí? Que lei é essa que libera criminoso?
Por isso o título deste post, pois após visitar outros países além do que moro, vejo que o Brasil está longe de ser um local onde eu recomendaria minhas filhas a morarem. Para mim é triste dizer isso, mas não comprometo a segurança da minha família por “amor a pátria”, até mesmo por que amor de uma via só não funciona, é preciso que a recíproca seja verdadeira.
sábado, agosto 15, 2015
Não existe “Normal”
Os meses de Junho até o momento foram muito gratificantes para mim, pois foram meses que colhi muito do que plantei por anos. Em Junho alcançando o segundo lugar no master de fisiculturismo no torneio que ocorreu no estado de Oklahoma, em Julho lançando meu primeiro livro não técnico em um evento na academia Destination (ver vídeo aqui – obrigado Emilio Mansur pelas legendas) e ainda em Julho fiz uma viagem para Europa com minha família, nossa primeira Eurotrip. Tudo isso é fruto de trabalho, seja ele na academia, no escritório, na cozinha, em qualquer lugar – trabalho!
Para coroar estes meses de colheita, semana passada saiu esta reportagem na revista Época impressa e ontem (sexta 14 de Agosto) saiu essa aqui na revista online. Bem, eu fui inundado de congratulações por amigos e isso para mim é bastante gratificante, pois não é apenas um reconhecimento mas também um uma formar de mostrar que é possível – para qualquer pessoa! Um dos comentários mais marcantes vieram de dois um ex-alunos, ele disseram:
O motivo pelo qual estas declarações são importantes para mim é devido ao fato de eu ter sido Professor destes caras em 2003 na faculdade e para um Professor não existe recompensa maior que saber que todo seu esforço de passar uma mensagem que impacte seus alunos além da sala de aula tenha sido digerida e guardada para sempre. É isso que agente leva nessa vida, a forma com que impactamos positivamente as pessoas que estam ao nosso redor, o que podemos fazer para ajudá-las a crescerem como pessoa.
Claro, todos compartilhamentos e declarações foram importantes, mas gostaria de enfatizar estes dois por este motivo, pois foram frutos plantados em sala de aula, de um curso superior, a noite quando todo mundo já vinha do trabalho cansado. Agora vem a pergunta, e o que você quer dizer com “não existe normal”?
Quando você se expõe para o público você precisa estar pronto para palavras de apoio mas também para críticas (na maioria das vezes destrutivas). E eu já me acostumei com isso, pois a Internet vocalizou uma legião de calados que querem de qualquer forma dar sua opinião, mesmo que esta opinião seja destrutiva para outra pessoa – não interessa, o caboco quer é falar!!
Pois bem, na página da Época no Facebook comecei a ler alguns comentários sobre a matéria e claro tem todo tipo de opinião, boas, ruins, ridículas, etc. Mas teve uma que me chamou atenção, o cabra diz: “Ainda não encontrou o normal, foi para os dois extremos.” Peraí, o que é o normal? Será que o cara leu a reportagem e notou que desde o começo era esse o objetivo (competir em fisiculturismo)? Se este sempre era o objetivo, este é o meu normal, simples assim. Eu poderia olhar para um maratonista, que muitas vezes é um cibito baleado e dizer: fi da peste é só o cibito, não encontrou o “normal”. Mas eu seria um estupido em dizer isso para um atleta que tem como objetivo correr em provas de longa distância e com isso o corpo dele é assim e aquilo é o normal dele.
Então meus caros, não existe normal. Não caia nessa de querer ser normal perante a visão dos outros. Eu nunca quis me enquadrar neste normal, pois geralmente o normal não consegue alcançar muito na vida, pois ele tem uma visão limitada do que é possível. O normal usa a experiência frustada dele mesmo como parâmetro, do tipo: se eu não consegui e fulano consegui é por que ele está fazendo algo errado, algo ilegal ou tem alguém ajudando ele. Em outras palavras, não é mérito do cara, pois o “normal” não conseguir.
Esqueça normal, viva intensamente, quebrando paradigmas, barreiras e sempre pensando “ahead of the curve” (na frente da curva). Não existe normal!






